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ABACATEIRO

Persea americana Mill.

 

Árvore de belo porte originária da América Central, bastante conhecida pelos frutos altamente nutritivos.

 

Parte usada: folhas

 

Usos e aplicações: usada internamente, a infusão das folhas aumenta a diurese e auxilia no tratamento da cistite, blenorragia e distúrbios menstruais. Ativa o funcionamento da vesícula biliar nos casos de indigestões, ressacas e gases intestinais.

 

Propriedades medicinais: as folhas do abacateiro apresentam propriedades diuréticas, emenagogas e estimulante das funções gênito-urinárias.

 

Forma de preparo: infusão: despejar água fervente sobre a erva, manter tampado por 10 minutos e beber.

Evitar o uso de recipientes de alumínio.

 

Dosagem: 1 colher de chá por xícara de água quente. Beber uma xícara 3 a 4 vezes ao dia. Adoçar a gosto.

 

Precauções: Devido à evidencia de sua ação sobre o útero, o chá não deve ser ingerido por gestantes. Evitar dose excessiva ou uso por tempo prolongado.

 

Substâncias ativas: taninos, metilchavicol,estragol, quercetol, catequina, epicatequinina, derivados terpenicos, flavonóides, cianidina, procianidinas.

 

Bibliografia:

Caribé,J. e J.M.Campos;Plantas que ajudam o Homem; Pensamento,SP,1991.

Arruda Camargo,M.;Medicina popular;Almed,SP,1985

Paciosnik,E.F.;A planta nossa de cada dia;Copygraf, Curitiba,1990.

TRAMIL 4 Workshop, Honduras, 1989.

 

AGONIADA   [topo]

Plumeria lancifolia

 

Árvore comum nos Estados do Sul do Brasil, muito utilizada na medicina popular, principamente para problemas menstruais. É também conhecida como arapuê, quina-mole ou tapuoca.

 

Parte usada: cascas.

 

Propriedades medicinais: antiinflamatório, emenagoga, febrífuga, calmante, anti-asmática, levemente laxativa.

 

Usos e aplicações: usada principamente nas desordens menstruais (menstruaçõa irregular, difícil e dolorosa), inflamações de útero e ovário, corrimentos. Tabem em afecções nervosas, asma, febres intermitentes.

 

Forma de preparo: decocção: ferveras cascas durante 5 a 10 minutos, deixar amornar e coar.

Evitar o uso de recipiente de alumínio. Adoçar a gosto, preferencialmente com mel.

 

Dosagem: 1 colher de chá por xícara ou 20g/litro, 3 a 4 vezes ao dia.

 

PRECAUÇÕES: Evitar dose elevada, acima da recomendada.

 

Substâncias ativas: plumerina e o alcalóide agoniadina, são os princípios conhecidos.

 

Bibliografia:

Balbach, A., A Flora Nacional na Medicina Doméstica, vol.II, Ed. MVP, SP, 23 edição.

Cruz, G.L., Dicionário das Plantas Úteis do Brasil, Ed. Civilização Brasileira, RJ, 1979.

Moreira,F., As Plantas Que Curam, Ed. Hemus, SP, 1985.

 

AGRIÃO-DO-PARÁ   [topo]

Spilanthes oleraceae.

 

Variedade de agrião comum no norte do País onde, devido ao sabor picante, é muito usada em saladas. Também é conhecido por jambú ou jambú-açú.

 

Parte usada: folhas.

 

Propriedades medicinais: febrífuga, anestésico local, digestiva.

Usos e aplicações: na anemia, dispepsia e outras afecções do aparelho digestivo, febres; externamente nas dores de dente.

 

Forma de preparo: infusão: despejar água fervente sobre as folhas e manter tampado por dez minutos; coar e usar. Evitar o uso de recipiente de alumínio. Para dores de dente, usa-se mastigar as folhas ou aplicar no local cotonete umidecido no chá.

 

Dosagem: 1 colher de chá de folha por xícara; 1 a 2 vezes ao dia. Adoçar a gosto.

 

PRECAUÇÕES: Não foram encontradas referências a efeitos indesejáveis. Doses elevadas devem ser evitadas.

 

Bibliografia:

Cruz,G.L.,Dicionário das Plantas Úteis do Brasil, Ed. Civilização Brasileira,RJ., 1979.

Morgan,R.Enciclopédia das Ervas e Plantas Medicinais, Ed. Hemus, SP., 1979.

 

ALCACHOFRA   [topo]

Cynara scolymus

 

Espécie cultivada em hortas e jardins devido às virtudes alimentícias e medicinais.

 

Parte usada: folhas e raízes

 

Propriedades medicinais: tônico amargo, colagogo, colerético, diurético e aperitivo.

 

Usos e aplicações: usada internamente, a decocção da raiz,(ou infusão da folha) regulariza o metabolismo do fígado e estimula a produção e o fluxo de bílis. Depurativo orgânico e tônico digestivo, a alcachofra também é um auxiliar na eliminação de ácido úrico. Útil contra ressacas e intoxicações.

 

Forma de preparo: infusão: despejar água fervente sobre a planta e manter tampado por dez minutos, coar e beber.

Decocção: ferver a raiz triturada durante cinco minutos, coar e beber.

Evitar o uso de recipientes de alumínio.

 

Dosagem: 10 gramas de folhas trituradas por ½ litro de água. Beber uma xícara quatro vezes ao dia, entre as refeições. Adoçar a gosto.

 

Substâncias ativas: destacam-se a cinarina, um princípio amargo, inulina, flavonóides, esteróides, sesquiterpenos, cinarase e ascorbinase.

 

Bibliografia:

Cruz,G.L.; Dicionário das plantas úteis do Brasil; Civ. Brasileiro, RJ, 1982.

Balmé, F.; Plantas medicinais; Hemus; SP, 1978.

Santos, C. et al; Plantas medicinais(Herbarium, Flora et Scientia); Ed Icone, SP 1988.

 

ALECRIM   [topo]

Rosmarinus officinalis L.

 

Planta arbustiva apreciada em vários países por suas virtudes como medicamento, condimento e cosmético. Cultivado em hortas, canteiros e jardins.

 

Parte usada: folhas e sumidades floridas.

Propriedades medicinais: espécie aromática, estimulante, antimicrobiana e cicatrizante. Possui componentes de ação antiespasmódica, colagoga e que diminuem a fragilidade capilar. Apresenta ainda largo uso em preparos culinários e cosméticos.

Usos e aplicações: a infusão, usada internamente, estimula a atividade digestiva combatendo fermentações intestinais nocivas e cólicas estomacais. Empregada em casos de falta de apetite, nervosismo e distúrbios menstruais. Externamente, a infusão é útil para lavar feridas infeccionadas. Cataplasmas feitos com as folhas frescas são aplicados sobre regiões afetadas por reumatismo, dores artríticas e musculares e contusões. Na culinária é um tempero especial para peixes, aves, e misturas de ervas para molhos e defumados.

Forma de preparo: infusão: despejar água fervente sobre a planta. Manter tampado por dez minutos, coar e beber.

Evitar o uso de recipientes de alumínio.

Dosagem: 10 gramas de folhas por ½ litro de água. Beber uma xícara três vezes ao dia, preferencialmente após as refeições. Adoçar a gosto.

 

PRECAUÇÕES: uso interno contra-indicado às gestantes, hipertensos graves e indivíduos com prostatite. Doses excessivas podem causar irritação renal. Não usar mais que 2 à 3 semanas.

 

Substâncias ativas: contem cânfora, terpenos, diterpeno rosmaricino, borneol, cineol, saponina, eucaliptol e linaool, terpeniol, acetato de isobornil, tanino, glicosidos.

Bibliografia:

Santos, C. et al; Plantas medicinais(Herbarium, Flora et Scientia); Ed Icone, SP 1988.

Arruda Camargo, M.; Medicina popular; Almed, SP, 1985

Oliveira Simões,C. et al; Plantas da medicina populair no RS; Ed.UFRGS, Porto Alegre,1989

 

ALFAVACA   [topo]

Ocimum basilicum

 

Há milênios os Hindús já usavam a alfavaca na adoração ao seus deuses, mas somente no século 16 a erva chegou à Europa. Em vários países é plantada em vasos para espantar moscas.

 

Parte usada: folhas e sumidades floridas.

 

Propriedades medicinais: antiespasmódica, carminativa, béquica, demulcente, diaforética, digestiva, diurética, expectorante, lactagoga, levemente laxativa, antisséptica, emenagoga.

 

Usos e aplicações: descongestionante das vias respiratórias, afecções do trato gastrointestinal, constipação, cólica, febre, diarréia, náuseas ; é usada no tratamento de parasitas intestinais e afecções cutâneas como acne e reumatismo.

 

Forma de preparo: infusão: despejar água fervente sobre a erva e manter tampado por dez minutos; coar e tomar.

Evitar o uso de recipiente de alumínio.

 

Dosagem: 1 colher de chá por xícara, tomar 3 a 4 xícaras por dia. Adoçar a gosto.

 

PRECAUÇÕES: não deve ser usada por gestantes, adultos com histórico de tumor ou outra afecção no fígado.

 

Substâncias ativas: óleos essenciais, principalmente eugenol, cineol, metilcavicol e lineol, linalool, alguns flavonóides, taninos e ácidos triterpênicos.

 

Bibliografia:

Castleman, M.,The Healing Herbs, Rodale Press. USA, 1991.

Santos,C.A.M.et al.Plantas Medicinais-Herbarium, Flora et Scientia.,Ed. Ícone, 1988.

Tramil 4, workshop, Robineau Ed., Honduras, 1989.

Vieira,L.S. Fitoterapia da Amazônia, Ed. Ceres, SP. 1992.

 

AMORA   [topo]

Rubus fruticosus

 

Já desde tempos remotos a amora era usada, o fruto e as folhas também. A folha mastigada é antisséptico bucal e os frutos uma fonte de vitaminas.

 

Parte usada: folhas.

 

Propriedades medicinais: diurética, adstringente, estomáquica, hipoglicemiante.

 

Usos e aplicações: o chá das folhas secas combate casos de disenteria e diarréias leves;

uso externo para hemorróidas.

 

Forma de preparo: infusão: despejar água fervente sobre as folhas secas e manter tampado por dez minutos; coar e beber.

Quando para uso interno deve ser misturado a um pouco de leite.

Evitar o uso de recipiente de alumínio.

 

Dosagem: 1 colher de chá da erva por xícara. Tomar três vezes ao dia; Adoçar a gosto.

para uso externo fazer chá mais forte.

 

PRECAUÇÕES: pessoas com histórico de tumores, particularmente de estômago ou cólon, com problemas gastrointestinais crônicos e gestantes, não devem fazer uso interno do chá de amora.

 

Substâncias ativas: as folhas contêm taninos e albumina vegetal.

 

bibliografia:

Castleman,M. The Healing Herbs, Rodale Press. USA, 1991.

 

ANGÉLICA   [topo]

Angelica archangelica

 

Diz a lenda que a planta que serviria contra a peste, foi mostrada a um monge por um anjo e por isto o nome: Angélica.

 

Parte usada: raiz, caule e sementes.

 

Propriedades medicinais: depurativa, estomáquica, tônica, tranquilizante, carminativa, diaforética, diurética, emenagoga, expectorante, bactericida e fungicida.

 

Usos e aplicações: o chá das raizes é recomendado para afecções repiratórias, gástricas, dispepsias, flatulência, insônia, afecções urinárias, distúrbios menstruais, reumatismo, ativa a circulação, usada na anemia.

 

Forma de preparo: decocção: ferver a raiz em água por 5 minutos; tirar do fogo, manter tampado por 15 minutos, coar e beber.

Evitar o uso de recipientes de alumínio.

 

Dosagem: 1 colher de chá por xícara. Tomar 2 xícaras por dia. Adoçar a gosto.

 

PRECAUÇÕES: diabéticos, gestantes, adultos com histórico de tumores, ataque cardíaco e fotossenssibilidade não devem usar a erva. A raiz de angélica fresca é tóxica.

 

Substâncias ativas: furocumarina e vários fenóis, psoralenos, óleos essenciais, lactonas, flavonóides e ácidos orgânicos. A eficácia da cumarina já foi comprovada.

 

Bibliografia:

Grieve, M. A Modern Herbal Penguin Books Ed.1980.

Castleman, M. The Healing Herbs, Rodale Press.USA, 1991.

 

ANIS ESTRELADO   [topo]

Illicium verum.

Planta originária da China e Vietnam do Norte, muito utilizada tanto na Fitoterapia quanto na culinária, com propriedades muito próximas as da erva-doce (Pimpinella anisum).

 

Parte usada: frutos com sementes.

 

Propriedades medicinais: antiespasmódica, lactagoga, digestiva, anti-séptico, levemente sedativo, carminativo.

 

Usos e aplicações: nas cólicas, acidez estomacal e digestão difícil, excitação nervosa, tosse, para estimular a produção do leite materno.

 

Forma de preparo: decocção: colocar as sementes em água fervente e deixar por uns 5 minutos. Coar e tomar o chá morno. Adoçar preferencialmente com mel.

Evitar o uso de recipiente de alumínio.

 

Dosagem: 1 colher de chá de sementes por xícara, 3 vezes ao dia.

 

PRECAUÇÕES: Não foram encontradas referências a efeitos tóxicos para esta espécie na literatura usual.

 

Substâncias ativas: óleo volátil (até 10%), 80 a 90% de anetol, óleo fixo, açúcar, resina e tanino.

 

Bibliografia:

CASTLEMAN,M., The Healing Herbs, Rodale Press, USA, 1991.

DUKE, J.A., Handbook of Medicinal Herbs, CRCPreanisanis, 5 edição, UAnisA, 1987.

 

ANIS VERDE   [topo]

Pimpinella anisum L.

 

Espécie utilizada em vários países por suas notáveis qualidades medicinais e aromáticas. Também conhecida como anis e erva-doce, não devendo ser confundida com o funcho (Foeniculum vulgare) Mill.)

 

Parte usada: sementes

 

Propriedades medicinais: expectorante, carminativa, antiespasmódica e aromática. A planta apresenta ação estrogênica.

 

Usos e aplicações: usada internamente, a infusão é empregada nos tratamento de cólicas digestivas, gases intestinais e fermentações nocivas causadas pela prisão de ventre. Como expectorante e anti-séptico, atua nos casos de bronquite, gripes e acúmulo de catarros bronco-pulmonares. A infusão também é utilizada para aliviar os distúrbios mentruais e estimular a produção de leite em lactantes. O anis verde pode ser usado na culinária aromatizando bolos, doces, saladas e refrescos.

 

Forma de preparo: decocção: despejar água fervente sobre as sementes trituradas e manter fervura durante cinco minutos, coar e beber.

Evitar o uso de recipientes de alumínio.

 

Dosagem: decocção: 3 gramas por ½ litro de água. Beber várias vezes ao dia. Adoçar a gosto.

 

Substâncias ativas: anetol, metilchavicol, bergatena, anisaldeido, derivados dimetílicos de estilboestrol. Outros componentes são: lipídios, açúcares, vitaminas, sais minerais e ácidos graxos.

 

Bibliografia:

Balmé, F.; Plantas medicinais; Hemus; SP, 1978.

Santos, C. et al; Plantas medicinais(Herbarium, Flora et Scientia); Ed Icone, SP 1988.

 

ARNICA.   [topo]

Arnica montana.

 

Planta originária da Europa, de conhecido uso medicinal tanto na Fitoterapia quanto na Homeopatia, facilmente confundida ou adulterada com outras espécies parecidas.

 

Parte usada: flores e rizomas.

 

Propriedades medicinais: antiinflamatória, vulnerária, antisséptica, estimulante .

 

Usos e aplicações: em baques, machucados, ferimentos, contusões, luxações, acne.

 

Forma de preparo: infusão: despejar água fervente sobre as flores, manter tampado por 10 min.; coar e usar morno em banhos locais ou sob a forma de compressas (embebido em gaze ou algodão).

Evitar o uso de recipiente de alumínio.

 

Dosagem: uso externo: 25g de flores por 250 ml de água (=1 copo). Lavar ou colocar sob a forma de compressa no local afetado 3 a 4 vezes ao dia.

 

PRECAUÇÕES: Tóxica se usada internamente; repetidas aplicações podem causar dermatites.

 

Substâncias ativas: lactonas sesquiterpênicas, esteróides (alfa-sitosterol), óleos voláteis, flavonas, arnicina, inulina, fulina.

 

Bibliografia:

Cruz,G.L.,Dicionário de Plantas Úteis do Brasil, Ed. Civilização Brasileira, RJ.,1979.

Grieve,M., A Modern Herbal, Penguin Handbooks, 3 ed.,1980.

Santos,C.A.M.,Torres,K.R., Leonart,R. , Plantas Medicinais-Herbarium, Flora et Scientia, Ed. Ícone, SP, 1988.

 

AROEIRA   [topo]

Schinus terebinthifolius Raddi.

 

Espécie comum nos cerrados brasileiros, também chamada de aroeira-da-praia, fruta-de-cotia, lentisco ou jejuíra. Não deve ser confundida com outras espécies também conhecidas por aroeiras.

 

Parte usada: cascas do caule, folhas.

 

Propriedades medicinais: adstringente.

 

Usos e aplicações: empregada contra diarréias e hemoptises. Externamente também em afecções cutâneas (alergias, erupções).

 

Forma de preparo: colocar a erva em água fervente e deixar por 5 minutos; coar e usar.

Evitar o uso de recipiente de alumínio. Adoçar a gosto, preferencialmente com mel.

 

Dosagem: 1 colher de chá de erva por xícara, 1 a 2 vezes ao dia. Para uso externo aconselha-se dobrar a dosagem.

 

PRECAUÇÕES: Os frutos são tóxicos; cascas e folhas não têm referências para toxicidade. Desaconselha-se o uso por tempo prolongado e em dosagem acima da recomendada.

 

Substâncias ativas: não são conhecidas as substâncias ativas. Para espécies do mesmo gênero foram encontrados flavonóides nas folhas nas folhas e acúmulo de lipídeos nas folhas e cascas.

 

Bibliografia:

Simões, C.M.O. et al.,Plantas da Medicina Popular do RS, Ed. da UFRGS, RS, 1986.

Siqueira,J.C., Plantas Medicinais, identificação e uso das espécies do cerrado,Ed.Loyola, SP. 1988.

 

ARRUDA   [topo]

Ruta graveolens L.

 

Planta cultivada em quintais e jardins, com odor intenso muito característico.

 

Parte usada: folhas e sumidades floridas.

 

Propriedades medicinais: apresenta propriedades anti-helmínticas, febrífugas e emenagogas. O princípio químico denominado rutina aumenta a resistência dos capilares sanguíneos. A arruda atua como vasoconstritor periférico.

 

Usos e aplicações: a infusão, usada internamente, estimula a atividade uterina, regularizando ou aumentando o fluxo menstrual. Combate parasitas intestinais, micoses e febres decorrentes de processos infecciosos. Auxiliar no tratamento de varizes, hemorróidas e flebites.

 

Forma de preparo: infusão: despejar água fervente sobre a planta e manter tampado por dez minutos, coar e beber.

Evitar o uso de recipientes de alumínio.

 

Dosagem: 1 grama por ½litro de água. Beber uma xícara três vezes ao dia. Adoçar a gosto.

 

CONTRA-INDICAÇÃO: contra-indicado às gestantes. Evitar doses excessivas e uso prolongado. Em doses altas pode provocar intoxicações, convulsões e depressão da pulsação.

 

Substâncias ativas: flavonoídes como rutina e esperidina, xantotoxina, fagrina, graveolinina, squimianina.

 

Bibliografia:

Arruda Camargo, M.; Medicina popular; Almed, SP, 1985

Santos, C. et al; Plantas medicinais(Herbarium, Flora et Scientia); Ed Icone, SP 1988.

Paciosnik, E.F.; A planta nossa de cada dia; Copygraf, Curitiba, 1990.

 

ARTEMÍSIA   [topo]

Artemisia vulgaris

 

O origem do vocábulo Artemísia vem da Mitologia grega, da deusa pagã "Artemis" sob cuja salvaguarda estavam sujeitas às parturientes e mulheres enfermas.

 

Parte usada: folhas e sumidades floridas.

 

Propriedades medicinais: apresenta propriedades digestivas, tônicas, emenagogas e depurativas.

 

Usos e aplicações: emprega-se a infusão, em uso interno, nas afecções do aparelho genito-urinário feminino. Regulariza o ciclo mentrual e combate as cólicas características a este período. A artemísia tonifica os órgãos digestivos e age como depurativo orgânico em casos de intoxicações.

 

Forma de preparo: infusão: despejar água fervente sobre a planta triturada e manter tampado por dez minutos, coar e beber.

Evitar o uso de recipientes de alumínio.

 

Dosagem: 2 gramas de erva triturada por ½litro de água. Beber uma xícara três vezes ao dia, preferencialmente após as refeições.

Adoçar a gosto.

 

CONTRA-INDICAÇÃO: gestantes e lactantes devem evitar o uso interno.

 

Substâncias ativas: cineol, quebrachetol, tuione, pinenas, inulina, artemisina (que é bem amargo), tauremisina, sitosterol, tetracosenol, fernenol, stigmasterol, resina, tanino.

 

Bibliografia:

Cruz,G.L.; Dicionário das plantas úteis do Brasil; Civ. Brasileiro, RJ, 1982.

Balmé, F.; Plantas medicinais; Hemus; SP, 1978.

 

ASSA PEIXE.   [topo]

Boehmeria caudata.

 

Arbusto de 3 a 5m de altura, encontrada em diversos Estados do Brasil, principalmente MG, RJ, SP, ES.

 

Parte usada: folhas.

 

Propriedades medicinais: expectorante, hemostático, béquico.

 

Usos e aplicações: em casos de afecções respiratórias como bronquite, asma, tosse.

 

Forma de preparo: infusão: despejar água fervente sobre as folhas e manter tampado por dez minutos; coar e beber.

Evitar o uso de recipiente de alumínio.

 

Dosagem: 1 colher de chá de folha seca por xícara.

Adoçar a gosto.

 

PRECAUÇÕES: não foram encontradas referências de contra-indicações na literatura usual.

 

Substâncias ativas: não identificadas.

 

Bibliografia:

Cruz,G.L.Dicionário das Plantas Úteis do BrasilEd. Civilização Brasileira, RJ., 1979.

 

AVEIA   [topo]

Avena sativa

 

A aveia já era usada pelos nossos avós por ser um fortificante dos nervos, na convalecença e em estados depressívos.

 

Parte usada: flores, planta toda.

 

Propriedades medicinais: tranqüilizante, emoliente.

Usos e aplicações: internamente é utilizada em casos de insônia, depressão e como fotificante do sistema nervoso.

externamente no tratamento de pele como emoliente e para pequenas picadas de insetos.

 

Forma de preparo: infuso: despejar água fervente sobre as flores e manter tampado por dez minutos; coar e usar.

 

Dosagem: uso interno: 1 colher de chá por xícara, uma xícara 2 a 3 vezes ao dia.

Adoçar a gosto.

 

PRECAUÇÕES: Em doses elevadas pode surgir dor de cabeça.

 

Substâncias ativas: saponinas, alcaloide (trigonellin, avenin), flavonoide, proteína (gluten), gorduras, minerais (ferro, Magnesio, cálcio, cobre e zinco) e vitamina B.

 

Bibliografia:

Lainetti,R.& Brito,N.R.S.A. Saúde Pelas Plantas e Ervas do Mundo Inteiro. Ediouro, RJ, 1980.

 

BAICURU.   [topo]

Limonium brasiliense.

 

Espécie comum na zona litorânea do sul do Brail, Uruguai e Argentina, também conhecida popularmente por guaicurú.

 

Parte usada: raízes

Propriedades medicinais: Internamente é usada como antidiarréica, anti-hemorrágica, adstringente, normalizadora dos períodos menstruais, anti-reumática, ; externamente como antisséptico local.

 

Usos e aplicações: internamente no tratamento de úlceras, e hidropsias, diarréia, dismenorréia; externamente em reumatismo, leucorréia, feridas.

 

Forma de preparo:

Evitar o uso de recipiente de alumínio.

 

Dosagem:

Adoçar a gosto.

 

PRECAUÇÕES: não foram encontradas indicações quanto à toxicidade ou efeitos colaterais desta planta na literatura usual.

 

Substâncias ativas: Os principais componentes são taninos e ácido gálico, também citosterol, açúcares, ácidoelágico, benzoato de benzila, flavonóides e saponinas.

 

Bibliografia:

Simões, C.M.O.et al.Plantas da Medicina Popular do RGS Ed. da UFRGS, Porto Alegre, 1986.

 

BÁLSAMO DA HORTA   [topo]

Impatiens balsamina

 

O Bálsamo da Horta é encontrada.....

 

Parte usada: folha

 

Propriedades medicinais: vulnerária, calmante.

 

Usos e aplicações: a infusão para uso externo em casos de golpes, machucaduras, contusões e outros ferimentos.

 

Forma de preparo: Infusão: despejar água fervente sobre a erva e manter tampado por dez minutos; coar e usar morno na forma de compressa.

 

Dosagem: 1 colher de sopa de erva por xícara de água (morna)?.

(Adoçar a gosto.)

 

PRECAUÇÕES: Não foram encontradas referências a efeitos colaterais na literatura usual.

 

Substâncias ativas:

 

Bibliografia:

Caribé, J. & Campos, J.M.,Plantas Que Ajudam o Homem, Ed. Pensamento, SP., 1991.

 

BARBATIMÃO.   [topo]

Stryphnodendron barbatimao Mark.

Árvore pequena extremamente rica em tanino utilizado em curtumes e em substância corante vermelha, de difundido uso medicinal.

 

Parte usada: cascas do caule.

 

Propriedades medicinais: adstringente, antisséptico, hemostático, tônico.

 

Usos e aplicações: externamente como cicatrizante de feridas e ulcerações, em banhos locais nas hemorragias, blenorragia e leucorréia; internamente nas úlceras estomacais, hemorragias internas, disenterias e diarréias, debilidade orgânica geral.

 

Forma de preparo: decocção: deixar as cascas em água fervente por 5 minutos; coar e usar morno ou frio. Evitar o uso de recipiente de alumínio.

 

Dosagem: internamente 20g de casca por litro de água 2 a 3 vezes ao dia; externamente pode-se dobrar a dosagem.

 

PRECAUÇÕES: As sementes são tóxicas. Recomenda-se não utilizar em dose elevada nem por tempo prolongado.

 

Substâncias ativas: pouco conhecidas: flavonóides, taninos e alcalóides não determinados. A casca contém 50% de tanino.

 

Bibliografia:

Caribé,J.& Campos,J.M., Plantas Que Ajudam o Homem, Ed. Pensamento, SP.,1991.

Cruz,G.L., Dicionário das Plantas Úteis do Brasil, Ed. Civilização Brasileira,RJ., 1979.

Vieira,S.L., Fitoterapia da Amazônia, Ed. Agronômica Ceres, SP, 1992.

 

BARBA DE BODE   [topo]

Aristida pallens

 

HISTÓRIA....

 

Parte usada: folhas

 

Propriedades medicinais: afecções das vias respiratórias e intestinais.

 

Dosagem: Adoçar a gosto.

 

PRECAUÇÕES:

 

Substâncias ativas:

 

Bibliografia:

 

BARDANA [topo]

Arctium lappa L.

 

Planta herbácea bianual de folhas grandes e raiz profunda. Pode ser cultivada em hortas, devido às propriedades medicinais e alimentícias.

Parte usada: folhas e/ou raízes.

 

Propriedades medicinais: a raiz é depurativa, antitóxica e estimulante das funções hepáticas, biliares e intestinais. Apresenta também propriedades resolutivas e cicatrizantes.

Folhas: estomáquico,antipirético, anti-séptico, antitumores, diaforético.

 

Usos e aplicações: a infusão das folhas, usadas internamente, é depurativa do fígado e do sistema urinário, e favorece a digestão de alimentos ricos em gorduras, auxiliando na eliminação de produtos nocivos acumulados no organismo. Indicada nos casos de ingestão excessiva de bebidas alcoólicas seguidas de enjôos, vômitos e enxaquecas.

Externamente empregam-se as raízes, sob a forma de cataplasmas, sobre furúnculos, abscessos e feridas. As raízes novas são utilizadas em preparações culinárias, tais como sopas, refogados, e saladas.

 

Forma de preparo: infusão das folhas: despejar água fervente sobre a planta. Manter tampado por dez minutos, coar e beber.

Cataplasma: misturar a raiz ralada com um pouco de água quente, de forma a obter uma pasta, aplicada à área afetada. Manter por trinta minutos.

Evitar o uso de recipientes de alumínio.

 

Dosagem: decocção: 10 gramas de raiz triturada por ½ litro de água. Beber uma xícara quatro vezes ao dia. Adoçar a gosto.

 

Substâncias ativas: inulina, tanino, lappaol A e B, taraxasterol, artiina, óleo volátil.

 

Bibliografia:

Santos, C. et al; Plantas medicinais(Herbarium, Flora et Scientia); Ed Icone, SP 1988.

Balmé, F.; Plantas medicinais; Hemus; SP, 1978.

Cruz,G.L.; Dicionário das plantas úteis do Brasil; Civ. Brasileiro, RJ, 1982.

Paciosnik, E.F.; A planta nossa de cada dia; Copygraf, Curitiba, 1990.

 

BASILICÃO   [topo]

Ocimum basilicum

 

Planta aromática originária do sul da Ásia, da Indonésia e da Índia. Conhecida também como alfavaca e mangericão.

 

Parte usada: folhas e sumidades floridas.

 

Propriedades medicinais: espécie rica em óleo essencial de propriedades antiespasmódicas, expectorantes, anti-ssépticas e digestivas. Os constituintes do óleo essencial apresentam atividades inseticidas e antimicrobianas.

 

Usos e aplicações: a infusão usada internamente combate contrações musculares bruscas, azias e infecções das vias respiratórias. Expectorante em casos de gripes, resfriados e acúmulos de secreções bronco-pulmonares. O basilicão é um excelente condimento para o preparo de peixes, aves, sopas e molhos de ervas.

 

Forma de preparo: infusão: despejar água fervente sobre a planta. Manter tampado por dez minutos, coar e beber.

Evitar o uso de recipientes de alumínio.

Dosagem: 3 gramas por ½ litro de água. Beber uma xícara cinco vezes ao dia. Adoçar a gosto.

 

Substâncias ativas: cineol, metilchavicol, linalol, óleos etéricos, flavonóides, ácidos triterpênicos.

 

Bibliografia:

Arruda Camargo, M.; Plantas medicinais e de rituais Afro-Brasileiras; Almed, SP, 1988

Cruz,G.L.; Dicionário das plantas úteis do Brasil; Civ. Brasileiro, RJ, 1982.

 

BODILÉIA   [topo]

Buddleya brasiliensis

 

Parte usada: folhas e raizes

 

Propriedades medicinais: antiálgica, emoliente, béquica, sudorífica, antihemorroidária, antiartrítica.

 

Usos e aplicações: contusões, machucaduras, reumatismos, artrites, afecções das vias respiratórias, hemorróidas.

 

Forma de preparo: uso interno em casos de afecções das vias respiratórias: ferver a erva por 5 minutos, tirar do fogo e esperar mais 15 minutos, coar e tomar (decocto); uso externo nos demais casos: fazer banhos ou fricções locais com o decocto.

 

Dosagem: uso interno: 1 colher de chá de erva por xícara, tomar 2 a 3 vezes ao dia.

Adoçar a gosto.

uso externo: fazer chá mais forte para banhos 3 a 4 vezes ao dia.

 

PRECAUÇÕES: não foram encontradas referências quanto à toxicidade na literatura usual.

 

Bibliografia:

Caribé,J. & Campos, J.M.Plantas que Ajudam o Homem, Ed. Pensamento, SP., 1991.

 

BOLDO-DO-CHILE   [topo]

Peumus boldus Mol.

 

Planta originária do Chile e regiões vizinhas, onde é amplamente conhecida por suas virtudes medicinais. Apresenta agradável aroma e sabor.

 

Parte usada: folhas.

 

Propriedades medicinais: as folhas estimulam a atividade secretora do estômago e fígado, são diuréticas, colagogas e coleréticas, tônico aperiente na gota.

 

Usos e aplicações: a infusão, em uso interno, é especialmente recomendada nas afecções do fígado e da vesícula biliar. Aumenta a produção e o fluxo de bílis, facilitando a digestão e a metabolização de gorduras.

 

Forma de preparo: infusão: despejar água fervente sobre a planta e manter tampado por dez minutos, coar e beber.

Evitar o uso de recipientes de alumínio.

 

Dosagem: 3 gramas por ½ litro de água. Beber uma xícara três a quatro vezes ao dia, preferencialmente após as refeições. Adoçar a gosto.

 

PRECAUÇÕES: dosagens excessivas podem provocar enjôos e vômitos.

 

Substâncias ativas: boldina, boldoglucina, sparteína, ascaridol, cineol, alfapinena, linalool, eugenol, flavonóides. Contem toxinas: pachiterpina e terpineol.

 

Bibliografia:

Oliveira Simões,C. et al; Plantas da medicina populair no RS; Ed.UFRGS, Porto Alegre,1989

Balmé, F.; Plantas medicinais; Hemus; SP, 1978.

 

BOLDO   [topo]

Coleus barbatus Andr.

 

Planta originária da África tropical e cultivada em hortas e jardins. Também conhecido como falso-boldo, boldo-brasileiro e folha-de-oxalá, não deve ser confundido com o boldo-do-Chile (Peumus boldus).

 

Parte usada: folhas.

 

Propriedades medicinais: tônico amargo, ativa as funções hepáticas e biliares. Apresenta atividade antitumoral e anti-hipertensiva.

 

Usos e aplicações: a infusão, em uso interno, estimula a secreção biliar e o funcionamento do fígado, facilitando a digestão. Atúa como um preventivo auxiliar contra tumores e hipertensão arterial. Indicado contra ressacas por ingestão excessiva de bebidas alcoólicas e intoxicações por produtos químicos.

 

Forma de preparo: despejar água fervente sobre a planta e manter tampado por dez minutos, coar e beber.

Evitar o uso de recipientes de alumínio.

 

Dosagem: 3 gramas por ½ litro de água. Beber uma xícara três vezes ao dia. Adoçar a gosto.

 

Substâncias ativas: diterpenos, óleo essencial e princípios amargos.

 

Bibliografia:

Oliveira Simões,C. et al; Plantas da medicina populair no RS; Ed.UFRGS, Porto Alegre,1989

Arruda Camargo, M.; Plantas medicinais e de rituais Afro-Brasileiras; Almed, SP, 1988

 

BOLSA-DE-PASTOR   [topo]

Capsella bursa-pastoris

 

Erva disseminada por várias regiões do globo, conhecida desde a Antiguidade por suas virtudes medicamentosas; é facilmente cultivável.

Parte usada: planta florida.

 

Propriedades medicinais: espécie adstringente, vulnerária e hemostática.

 

Usos e aplicações: a infusão, em uso interno, é indicada nos casos de hemorragia, vômitos e catarros com sangue, além de inflamações das mucosas do aparelho digestivo, rins. Atua na eliminação de secreções bronco-pulmonares. Externamente, emprega-se a planta em pó na forma de cataplasma com finalidades cicatrizantes e para deter sangramentos. Aplicar sobre cortes e ferimentos.

 

Forma de preparo: infusão: despejar água fervente sobre a planta, manter tampado por dez minutos, coar e beber.

 

Cataplasma: misturar a planta triturada com um pouco de água quente, formando uma pasta que é aplicada sobre a área afetada. Manter por trinta minutos, depois lavar a região usando a infusão.

Evitar o uso de recipientes de alumínio.

 

Dosagem: infusão: 5 gramas por ½ litro de água. Beber uma xícara quatro vezes ao dia. Adoçar a gosto.

 

PRECAUÇÕES: evitar o uso durante a gravidêz.

 

Substâncias ativas: flavonóides, tiramina, acetil-colina e derivados de ácido cianídrico.

 

Bibliografia:

Balmé, F.; Plantas medicinais; Hemus; SP, 1978.

Conceição, M.; As plantas medicinais no ano 2000; Ed. Tao, Brasília, 1980.

 

CHÁ DE BUGRE.   [topo]

Casearia sylvestris.

 

Espécie nativa da América do Sul, ocorre no México e Antilhas até o norte do Uruguai e Argentina.

 

Parte usada:folhas.

 

Propriedades medicinais: internamente como antidiarréica, hipocolesteremiante, depurativa e anti-reumática. Externamente como cicatrizante; no Paraguai também como calmante e antiinflamatório.

 

Usos e aplicações: em afecções cutâneas, diarréias, reumatismo, para baixar colesterol.

 

Forma de preparo: infusão: despejar água fervente sobre as folhas e mantertampado por dez minutos; coar e usar internamente na forma de chá e externamente em compressas.

Evitar o uso de recipiente de alumínio.

 

Dosagem: uso interno: 1 colher de chá de erva seca por xícara, adoçar a gosto. Para uso externo fazer chá mais forte.

 

PRECAUÇÕES:Não deve ser usado por gestantes.

 

Substâncias ativas:óleo essencial com alto teos de terpenos e ácido capróico, saponinas, flavonóides e alcalóides.

 

Bibliografia:

Simões,C.M.O.,et al.Plantas da Medicina Popular do RGS, Ed. da UFRGS., Porto Alegre, 1986.

Siqueira,J.C.Plantas Medicinais, identificação e uso das espécies do cerrado.Ed. Loyola, SP., 1988.

 

CAFÉ   [topo]

Coffea arabica

 

Parte usada: folhas

 

Propriedades medicinais: estimulante, diurético, hipertensor, expectorante, estimulante da secreção ácida estomacal.

 

Usos e aplicações: atua como excitante do sistema nervoso central, do sistema muscular, rins (estimula a liberação de ácido úrico); com as folhas são preparados banhos no tratamento de reumatismo; utilizado em casos de vertigens.

 

Forma de preparo: infuso: despejar água fervente sobre as folhas e deixar tampado por dez minutos; coar e tomar.

 

Dosagem: Sob recomendação médica.

Adoçar a gosto.

 

PRECAUÇÕES: o café pode aumentar a ansiedade, a pressão sanguínea, colesterol, curva cardíaca e respiratória e secreção ácida do estômago. Deve ser tomado sob controle médico.

 

Bibliografia:

Grieve, M., A Modern Herbal, Penguin Books Ed., 1980.

Tramil 4 - workshop, Robineau Ed., Honduras, 1989.

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